Mais uma inativa.

rp-marvel:

Dois dias para aparecer.

Como continuo com problema de mandar asks, vou dizer por aqui mesmo.  Sinto mesmo pelo incomodo, mas podem reabrir a Encantor. Não estou conseguindo encontrar tempo para entrar nela devido a outros chars que eu tenho. Obrigada por tudo. 

10 months ago with 1 note — via rp-marvel


(Flashback) Let’s get the party started. @Encantor

m-hidra:

O café que ela pediu havia chegado, Hidra tomou alguns goles do mesmo, constatando que não era tão bom o deixou de lado. Enquanto aguardava Encantor pegou um livro em sua bolsa, o abriu e começou a lê-lo. Estava tentando parecer normal no meio dos demais. E ler era o que a maioria ali estava fazendo. Após ler algumas frases que juntas não formavam nem um paragrafo teve certeza que era um péssimo livro. Nicholas Sparks, quem era esse cara? Hidra havia ouvido boas criticas sobre suas obras, mas não conseguiu entender o porque, o livro era totalmente chato. Fechou o mesmo e o jogou novamente na bolsa. Procurou por outro livro que tinha ali e quando o achou e começou a ler sentiu-se melhor. O Drácula de Bram Stoker, isso sim era um bom livro. Mortes, muitas mortes. E não um romancezinho entre dois adolescentes. Havia lido algumas paginas quando percebeu algo. Sabia que era Encantor ali em pé, por isso apontou com a mão e sem tirar os olhos do livro mandou ela sentar-se. — Se isso for uma armadilha, garota, você está morta. Existe pelo menos 7 de meus homens aqui.- Disse, ainda lendo as paginas do livro. 

- Não é uma armadilha, Madame. Eu não seria tão estúpida de tentar armar algo contra a diretora da maior organização criminosa de Misgard. - Disse, praticamente cuspindo as palavras, permitindo-se alguns olhares para trás, tentando vislumbrar algo ou alguém que parecesse com um agente da HIDRA. Poderia ser qualquer um ali. Se é que realmente estivesse alguém ali, esperando um ato errado seu para mata-la da forma mais dolorosa o possível. Mas não seria ela a arriscar sua segurança e vida para comprovar o fato. Sentou-se na cadeira a frente de Madame Hidra, fitando a mulher a cada segundo, não querendo perder uma só expressão que aquele rosto gélido e sem vida pudesse expressar e atenta a cada ação brusca por parte da diretora. - Vim tratar de negócios. Negócios que podem lhe interessar. - Falou, ajeitando a postura na cadeira, de forma que parecia mais esnobe do que nunca, com a intenção de despertar a curiosidade da outra mulher. 

Ignorando a existência dos misgardianos na cafeteria, ela desviou o olhar de Madame Hidra apenas quando um homem aproximou-se. Era um garçom, com um bloco de notas na mão, apenas esperando por seu pedido. Ela fez um gesto com a mão, dispensando-o impacientemente, detestava quando lhe interrompiam quase tanto quanto odiava o lugar em que estava no momento. Voltou o olhar para a diretora, desejosa de que ela não tivesse feito nenhum sinal que ameaçariam sua segurança, por mais que Encantor acreditasse que poderia cuidar de cinco agentes, pelo menos todas as pessoas que via no café poderiam ser derrotados por ela apenas com um gesto bruto de sua parte. 

10 months ago with 4 notes — via m-hidra
#turnos


[Flashback] Old habits don´t change @Barton

c-lintbarton:

Estava em missão. Mas não totalmente nela. Seus pensamentos se encontravam muito longe da Califórnia, na base da SHIELD e em tudo o que havia acontecido algumas horas antes de embarcar em um avião para ir até aonde se encontrava no momento. Apontou o arco em direção ao inimigo, e quando teve total certeza que a mira estava no alvo, soltou a flecha. Viu o homem com vestes pretas cair, e então um grupo de reféns saindo de uma sala liderados por um agente da SHIELD. Bom trabalho, Barton. Ouviu-se saindo do pequeno comunicador em sua orelha. - Obrigado, Sr. - Respondeu se retirando do alto do prédio e guardando o arco no apoio das costas. 

 Clint voltou para o hotel aonde havia se hospedado. Só gostaria de poder tomar uma bebida bem forte e se jogar na cama. Não estava em um de seus melhores humores, e aquela missão ainda duraria por mais dois dias. Para alguns a Califórnia era um ótimo lugar para relaxar, para ele e muitos outros agentes era só mais um local de trabalho estressante. Andando pelos corredores, resolveu dar uma parada no grande restaurante que havia ali. Atravessou pela porta e se esquivou para o bar, passando pela figura de uma mulher loira.

 Barton pediu um drinque e o tomou inteiro com um único gole, ia pedir por mais um, quando percebeu que a mulher o encarava demais. Pigarreou e discretamente se afastou um pouco do bar, a loira, por mais que discretamente, continuava o encarando. Resolveu por sair dali. Seus longos anos de treinamento lhe indicavam que aquela não era apenas um olhar de “let’s get naked” mas sim algo como “estou aqui para te matar, licença.” E realmente não estava afim de conceder tal privilégio para aquela mulher. Andou apressadamente pelos corredores, dando algumas olhadas para trás com o canto dos olhos. Entrou em uma porta qualquer e subiu as escadas que levavam para o telhado. 

Ao chegar no topo do prédio, se escondeu atrás da porta e esperou. Viu a sombra da mulher se aproximar, e quando a viu de costas para si, avançou  pegando-a pelo braço e a jogando contra na parede. - Encantor. - Disse reconhecendo a feiticeira.

Alguns minutos se passaram, ela bebericava seu drinque, olhando por todo o estabelecimento alguém de cabelos loiros escuros não muito alto e com um ótimo porte físico. Pediu mais um drinque e mais um logo em seguida, mas antes que esse último ousasse encostar em seus lábios, viu um vulto passando atrás de si e sentando-se há alguns metros de onde ela estava. Fitou o vulto por alguns segundos, tentando analisar traços que encaixavam no padrão do Agente Barton, um dos melhores agentes e assassinos da SHIELD, a organização antagônica a qual estava aliada na época. 

Por nunca ter visto realmente o Agente Barton, ela ficou a encara-lo por mais algum tempo, as semelhanças eram visíveis, mas e se fosse o homem errado? Não poderia ser. Não há tantos homens com aquela aparência no mundo, e certamente se existisse, não fariam um encontro num hotel da Califórnia para isso. Terminou seu último drinque, convencida que aquele era sim o seu alvo, e passou a encara-lo mortalmente. O bar estava um pouco cheio demais para qualquer negativa por parte dele, então teria que bolar outro plano para aborda-lo ou até fazê-lo segui-la para outro lugar do hotel. Sua proposta era simples, mas teria que tomar atitudes se ele não concordasse em sua primeira chance que fosse. 

Assim que o homem levantou-se, ela fez o mesmo, por não conhece-lo, esperava que ele não a conhecesse também, mas talvez algo tenha feito com que ele percebesse que ela não estava ali para apenas bebericar algo no bar do hotel cinco estrelas. Seguiu-o a passos não muito rápidos, mas com o suficiente de rapidez para que não fosse percebida por ele. Por questão de milésimos de segundos, pode deslumbrar a sombra de um homem entrando numa porta que dava acesso ao telhado, segundo o mapa que tinha solicitado do hotel. Ela fez o mesmo que o homem, preocupando-se em não apenas chegar até lá, mas tendo o cuidado de não pisar em seu vestido ou quebrar algum do salto em seus pés. 

Abriu a porta com pressa, sendo jogada contra a parede no mesmo segundo. Sorriu com deboche para o homem, certamente era Barton. A proximidade do rosto dele apenas fazia-a ter certeza de que seria engraçado poder mata-lo, mas essa não era sua tarefa por ali. - Gavião Arqueiro. - Ela disse, com um sorriso sinistro nos lábios avermelhados. - Que coincidência lhe encontrar aqui. - Completou com deboche, enquanto pressionava as mãos do agente para que ele a soltasse. 

10 months ago with 2 notes — via c-lintbarton, © encantor
#turnos


[Flashback] Old habits don´t change @Barton

Everybody has two sides. Era nisso que Encantor acreditava enquanto deixava a porta do seu quarto num certo hotel na Califórnia. Caminhava passo a passo lentamente, sem pressa de chegar até o restaurante. Fora informada por Madame Hidra, sua recente aliada, que o Agente Clint Barton estava realizando uma missão na cidade e que estaria justamente naquele bendito hotel cinco estrelas nesta noite. Ele deveria estar no restaurante como fora informada pelo segurança do local quando prendeu-o contra a parede do terceiro andar. Estava indo ao encontro do Agente Barton, mesmo que ele ainda não tivesse conhecimento disso, afim de realizar a sua missão especial.

Era sua tarefa convencer o Vingador a unir-se a ela contra a SHIELD e os seus colegas Vingadores, ajudando indiretamente a HIDRA. Sabia que o agente já tivera sua época como vilão, apenas esperava que ele relembrasse os velhos hábitos depois de algumas palavras persuasivas e maldosas que ela diria sobre os seus inimigos em comum e como eles poderiam derrota-los facilmente se ficassem unidos. Amora sempre teve um poder especial de persuasão, geralmente acompanhado pelo seu inevitável charme e sensualidade, mas ela não esperava chegar nesse ponto com o Agente Barton, ela ainda tinha modos além de táticas eficazes ao seu lado. Entrou pela porta do restaurante, perguntou discretamente para um garçom ali se não tinha visto um homem com o perfil do agente e ao receber a positiva, ela foi sentar numa mesa alto do bar. Pediu um drinque, enquanto buscava pelo lugar alguém que encaixasse no perfil do seu alvo.

11 months ago with 2 notes
#turnos


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11 months ago with 3 notes
#OOC: Não consigo mandar asks. Mas alguém gostaria de turnar? #ooc


11 months ago with 83 notes — via idosmile-sometimes
#photos #amber heard


“I am an Asgardian goddess! I could crush you in my fist like the slug you are! But physical contact with creatures such as you disgusts me! And why should an immortal mistress of sorcery sully her hands?”

Favorite Villains//Enchantress

11 months ago with 73 notes — via snikette
#photos #quadrinhos


Let’s get the party started. @M. Hidra

m-hidra:

Era estranho para ela andar pelas ruas da cidade, sozinha, sem ninguém atras dela. Gostava de ir até uma cafeteria e ficar imaginando a melhor maneira de matar cada um ali dentro. Mas o motivo de estar lá hoje era outro. Havia recebido um recado de uma tal Encantor falando que tinha negócios a tratar com ela. Após ter mandado fazerem uma pesquisa completa e entregarem um dossiê sobre ela, Hidra aceitou o encontro. Amora, era esse o nome dela, é Asgardiana, feiticeira, porém não terminou o aprendizado porque havia sido expulsa antes. Por um primeiro momento Hidra pensou que não seria tão ruim ouvir o que a mulher queria e então foi até essa cafeteria. Era estranho tirar as roupas que normalmente usava e vestir jeans básico, mas um dos pedidos era para que ela fosse discreta, que não chamasse atenção. Como se ela fosse aparecer na rua, no meio da tarde com um vestido longo, ou com uma roupa de couro e armas. Hidra sabia se misturar com as pessoas normais e tinha senso do que era certo a se fazer. Ao chegar na cafeteria sentou-se em uma mesa mais ao fundo, escondida. Pediu um café quando a garçonete veio para anotar o pedido. Ficou ali, aguardando Encantor. 

Estava há duas quadras da cafeteria que deveria estar, quando deu-se conta de que horas eram e apressou os seus passos o máximo que pode. Enquanto caminhava, seus olhares eram dirigidos apenas a sua frente, evitava qualquer outro contato com aquelas pessoas idiotas que não fosse dar ordens para que elas realizassem suas vontades.A cafeteria ficava num lugar comum, porém era longe do lugar aonde Amora estava instalada, e a mulher teve que fazer todo o percurso a pé, afim de evitar seguidores ou até mesmo agentes infiltrados. A passos largos, pensava mentalmente no que havia feito no dia anterior, marcar tal reunião com a diretora da HIDRA fora total impetuosidade de sua parte, mas agora não poderia voltar atras, principalmente porque Madame Hidra poderia ajuda-la com sua tão desejada vingança. Pretendia juntar suas forças com as forças da HIDRA, pois assim teriam uma chance maior de alcançar seu tenebroso objetivo.

Por meio de outras pessoas com quem já havia trabalhado ou feito parceria, Encantor sabia da fama da HIDRA e da atual diretora dela, e essa fama estava muito longe de ser boa. Bem por isso havia feito a ligação na noite passada, estava precisando de alguém capaz de matar multidões em poucos segundos sem escrúpulos alguns ao seu lado. Só assim seria capaz de alcançar o que queria no momento, que era destruir a SHIELD junto dos Vingadores. Ajeitou a sua roupa antes de entrar na cafeteria, e reconhecer a Madame nos fundos do lugar. Aproximou-se da mesa em que a outra mulher estava, torcendo o nariz pelo péssimo cheiro que parecia vir da cozinha. Pigarreou para chamar a atenção de Madame Hidra, sentando-se em seguida na cadeira de frente da mulher que dirigia a HIDRA. 

11 months ago with 4 notes — via m-hidra
#turnos


tumblrbot → ROBOTS OR DINOSAURS?

None. I don´t like animals. 

11 months ago
#extras